Bispo D. José Policarpo, um tão conhecido membro da igreja católica, fala sobre homossexuais… Ao que parece o senhor bispo aceita os homossexuais na sua igreja mas apenas quando essas tendências não estiverem nas suas cabeças. Ou seja, o senhor por quem tinha algum respeito, está a contradizer-se.
Claro que cada um tem a sua opinião, mas uma pessoa com o seu estatuto mediático devia ter cuidado com o que diz. E se não concorda totalmente com a presença de homossexuais na sua igreja então que se prepare para os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. É que primeiramente, a comunidade homossexual é cada vez mais extensa, segundo, há cada vez mais pessoas que aceitam perfeitamente esta situação. Desta forma, caso este assunto vá a referendo, na minha medíocre opinião, será um SIM ao casamento homossexual que se vai ‘’ouvir’’.
Mas, ao falar desta forma, não quer dizer que esteja totalmente de acordo com estes casamentos. Eu achava que não passava de um simples estereótipo, o facto de as pessoas acharem os (as) gays (lésbicas) sexualmente promíscuos. Mas agora, acredito cada vez mais que seja um pouco verdade, havendo excepções, obviamente. Assim, um casamento homossexual apenas faria aumentar a taxa de divórcios. Talvez esteja enganado mas é a minha opinião. Se o Sr. Bispo D. José Policarpo pode ir para a comunicação social dar a sua opinião, eu também tenho esse direito no meu blog, que não é visto por toda comunidade portuguesa.
Sem mais a relatar, calar-me-ei por uns tempos. É só pedir os temas que quiserem que eu fale.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Quem será o gay aqui ?
Ao que parece o meu blog já se tornou vício para alguns. Alguns dedicam-se ao tabagismo para dizerem que são adultos (e depois ficam com os dentes amarelos, mais ainda), outros ao meu blog.
As avestruzes juntam-se todas e olham fixamente. Novidade, ou não, pois toda a gente me olha ultimamente. Ah e ao grupo das avestruzes junta-se a treinadora, que ao que parece anda muito gloriosa e vem para o meu blog insultar.
Conselho do vosso amigo que tanto vos ama: Comei gente da vossa idade, porque para mudar fraldas, mais vale irem para baby-sitter’s.
Conselho número dois: Está na altura de usar roupa interior babe ..
Conselho número três: colgate no Continente a 2€ no máximo.
Conselho número quatro: se não gostam, ponham na beira do prato, também não gosto de vocês, por isso é que vos cago na boca.
Acho que alguém nos comentários ao post anterior está muito a par do que se passa no mundo homossexual, talvez esteja a jogar do outro lado, quem sabe.
Gente medíocre, arranjai vida. É tudo, e acabou mesmo aqui para mim. JE não, não tenho problema em aceitar os comentários.
P.S. Peço imensa desculpa aos meus leitores por o que se tem passado nos últimos dias, mas conseguirei compensar-vos com novos post’s com assuntos que vos interessam.
As avestruzes juntam-se todas e olham fixamente. Novidade, ou não, pois toda a gente me olha ultimamente. Ah e ao grupo das avestruzes junta-se a treinadora, que ao que parece anda muito gloriosa e vem para o meu blog insultar.
Conselho do vosso amigo que tanto vos ama: Comei gente da vossa idade, porque para mudar fraldas, mais vale irem para baby-sitter’s.
Conselho número dois: Está na altura de usar roupa interior babe ..
Conselho número três: colgate no Continente a 2€ no máximo.
Conselho número quatro: se não gostam, ponham na beira do prato, também não gosto de vocês, por isso é que vos cago na boca.
Acho que alguém nos comentários ao post anterior está muito a par do que se passa no mundo homossexual, talvez esteja a jogar do outro lado, quem sabe.
Gente medíocre, arranjai vida. É tudo, e acabou mesmo aqui para mim. JE não, não tenho problema em aceitar os comentários.
P.S. Peço imensa desculpa aos meus leitores por o que se tem passado nos últimos dias, mas conseguirei compensar-vos com novos post’s com assuntos que vos interessam.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
I love you .|.
Mais uma vez falo acerca do assunto do post anterior…
Uma vidinha pessoal para essa gente era uma aposta para o futuro. O que me é mais interessante de ver é que fazem passar uma imagem de coragem e honestidade, e depois o que na realidade acontece é a falta de carácter a vir ao de cima das pessoas, que perante a minha presença se faz ouvir o silêncio. É engraçado de ver também, que perante o meu conhecimento de toda a situação, colocam as culpas numa pessoa alheia ao assunto. Isto deve-se simplesmente á ignorância de determinadas pessoas por terem comentado a vida que SÓ A MIM ME PERTENCE, à frente de pessoas que gostam de mim. Sinto que não estou sozinho nisto, mas ao mesmo tempo não sei em quem confiar. Falsidade? Já estou acostumado, mas falsidade colectiva? É-me novo.
É só para vocês, que se tornaram agora leitores assíduos do meu blog ..
Gente, o Tiago Vasconcelos fica sempre por cima. Não tem os dentes amarelos, um corpo desproporcional, não anda despido no Inverno ... Tiques faciais? Está fora de moda, tal como a extâse obsessivo pela pornografia. Ah, e por falar em faces, a base pode usar-se, mas em quantidades moderadas. Já é altura para crescer. Ups, acho que falei indirectamente de outra pessoa.
É tudo amigas(os) do meu coração. (A quem servir a carapuça que a vista até aos pés, e se enterre bem fundo).
Uma vidinha pessoal para essa gente era uma aposta para o futuro. O que me é mais interessante de ver é que fazem passar uma imagem de coragem e honestidade, e depois o que na realidade acontece é a falta de carácter a vir ao de cima das pessoas, que perante a minha presença se faz ouvir o silêncio. É engraçado de ver também, que perante o meu conhecimento de toda a situação, colocam as culpas numa pessoa alheia ao assunto. Isto deve-se simplesmente á ignorância de determinadas pessoas por terem comentado a vida que SÓ A MIM ME PERTENCE, à frente de pessoas que gostam de mim. Sinto que não estou sozinho nisto, mas ao mesmo tempo não sei em quem confiar. Falsidade? Já estou acostumado, mas falsidade colectiva? É-me novo.
É só para vocês, que se tornaram agora leitores assíduos do meu blog ..
Gente, o Tiago Vasconcelos fica sempre por cima. Não tem os dentes amarelos, um corpo desproporcional, não anda despido no Inverno ... Tiques faciais? Está fora de moda, tal como a extâse obsessivo pela pornografia. Ah, e por falar em faces, a base pode usar-se, mas em quantidades moderadas. Já é altura para crescer. Ups, acho que falei indirectamente de outra pessoa.
É tudo amigas(os) do meu coração. (A quem servir a carapuça que a vista até aos pés, e se enterre bem fundo).
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Falam falam mas não dizem nada de conveniente '--
Dia 18 de Dezembro. Último dia de aulas, ansiedade nos corações dos alunos. Serenidade no meu. São cerca das 9 horas da manhã, encontro-me na aula de História. Tudo corre bem até ao momento em que a Sr. Dra. Professora Ana Simão decide comunicar a avaliação dos postais (trabalho que a mesma tinha pedido para os alunos fazerem). Aí, tudo começa a mudar de cor. Um dos postais que eu tinha concebido apelava ao não preconceito contra as minorias. E a homossexualidade estava nesse postal retratada. De uma forma muito simbólica e com imagens nada chocantes. A professora em causa teve a distinta lata de dizer que por ser preconceituosa não podia dar ao trabalho a nota máxima(não por estas palavras). Achava ela que o trabalho apelava á homossexualidade, sendo de longe a minha intenção, e dizendo não se importar com a minha sexualidade. Pensava ser demasiado forte a mensagem que eu queria passar (pois não percebeu a mensagem que eu queria passar). Desta forma, tendo ela me dito isto em voz alta e perante toda uma turma, os meus colegas começam a falar acerca disso.
Que por eu não ter manifestado contra a opinião da professora, seria sem dúvida (para eles) uma forma de comunicar a minha sexualidade. O que mais me chateia não é eles terem falado de mim, pois a isso já me habituei, mas sim o facto de terem falado quando eu não estava presente.
Esta historia para que? Perguntam vocês. Eu quero apenas dizer que as pessoas são ignorantes e cobardes. Pois não me dizem a sua opinião na cara, andando a dizer nas minhas costas. Não tenho problemas com isso. O que lhes dói mais a eles, é o que me faz subir na vida.
Esses seres menores a mim não me aquecem nem me arrefecem, pois sei que na minha vida há pessoas que gostam de mim e que me respeitam. Que me protegem e que sabem aquilo que verdadeiramente sou. Isso para mim é o mais importante, e que me faz viver.
Peço desculpa pela minha prolongada ausência e pela falta de qualidade deste texto. Apelo á vossa compreensão e prometo brevemente trazer até vós novos post’s.
Que por eu não ter manifestado contra a opinião da professora, seria sem dúvida (para eles) uma forma de comunicar a minha sexualidade. O que mais me chateia não é eles terem falado de mim, pois a isso já me habituei, mas sim o facto de terem falado quando eu não estava presente.
Esta historia para que? Perguntam vocês. Eu quero apenas dizer que as pessoas são ignorantes e cobardes. Pois não me dizem a sua opinião na cara, andando a dizer nas minhas costas. Não tenho problemas com isso. O que lhes dói mais a eles, é o que me faz subir na vida.
Esses seres menores a mim não me aquecem nem me arrefecem, pois sei que na minha vida há pessoas que gostam de mim e que me respeitam. Que me protegem e que sabem aquilo que verdadeiramente sou. Isso para mim é o mais importante, e que me faz viver.
Peço desculpa pela minha prolongada ausência e pela falta de qualidade deste texto. Apelo á vossa compreensão e prometo brevemente trazer até vós novos post’s.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Sofrimento estúpido
Um metro e setenta e cinco centímetros, sessenta e dois quilos, cabelo castanho escuro e ondulado, olhos da cor do cabelo, nariz pequeno, lábios carnudos, depilado, S de camisolas, 38 de calças e 40 de sapatilhas. É tudo que tenho a dizer acerca do exterior. E o interior? Isso é o mais importante… Mas porque será que ninguém lhe dá valor?
Sofrer comigo mesmo tornou-se um passatempo e isso fez-me mal, muito mal. E encontrei um “ombro” amigo. O meu novo melhor amigo, o teclado do computador, que tal como todos já deve estar farto de mim.
Tenho a sensação que sou um estorvo para todos. Não o sou, ou pelo menos dizem-me não o ser para que não me sinta pior do que o que já me sinto. Mas até me provarem o contrário eu ficarei com esta ideia.
Sempre tive muito cuidado com o que digo e faço às pessoas que me rodeiam, porque não gosto de magoar ninguém, mas muitas vezes esquecem-se que eu também tenho o direito de não ser magoado.
Sem vontade, de minha parte, de enfrentar uma realidade, começo a afastar-me de tudo e todos. Acabo sozinho, na lama… Choro como um tolo, mas chorar faz bem. Tenho dias em que inconscientemente me encontro na rua, cheio de pessoas que não conheço a acharem-me um coitadinho por eu estar triste e a derramar lágrimas de sofrimento. Baixo a cabeça, escondo-me debaixo da minha tristeza.
Amigos dão-me força, mas eu estupidamente e também com orgulho, recuso recebe-la e prefiro afastar-me. Pode haver quem julgue que é uma forma de chamar a atenção de toda a gente, mas não, se sofro é porque sofro, e se chamo é porque sou importante para as pessoas, apesar de muitas vezes não acreditar. Mas como disse tenho dias em que não quero ver ninguém, e esses dias têm assolado os meus últimos meses. Por uma razão ou outra isso acontece. Mas se sou capaz de me afastar da minha vida (ou seja, os meus amigos) também sou capaz de lutar com todas as forças pela felicidade. Ela não está longe, eu é que corro demasiado devagar…
Sofrer comigo mesmo tornou-se um passatempo e isso fez-me mal, muito mal. E encontrei um “ombro” amigo. O meu novo melhor amigo, o teclado do computador, que tal como todos já deve estar farto de mim.
Tenho a sensação que sou um estorvo para todos. Não o sou, ou pelo menos dizem-me não o ser para que não me sinta pior do que o que já me sinto. Mas até me provarem o contrário eu ficarei com esta ideia.
Sempre tive muito cuidado com o que digo e faço às pessoas que me rodeiam, porque não gosto de magoar ninguém, mas muitas vezes esquecem-se que eu também tenho o direito de não ser magoado.
Sem vontade, de minha parte, de enfrentar uma realidade, começo a afastar-me de tudo e todos. Acabo sozinho, na lama… Choro como um tolo, mas chorar faz bem. Tenho dias em que inconscientemente me encontro na rua, cheio de pessoas que não conheço a acharem-me um coitadinho por eu estar triste e a derramar lágrimas de sofrimento. Baixo a cabeça, escondo-me debaixo da minha tristeza.
Amigos dão-me força, mas eu estupidamente e também com orgulho, recuso recebe-la e prefiro afastar-me. Pode haver quem julgue que é uma forma de chamar a atenção de toda a gente, mas não, se sofro é porque sofro, e se chamo é porque sou importante para as pessoas, apesar de muitas vezes não acreditar. Mas como disse tenho dias em que não quero ver ninguém, e esses dias têm assolado os meus últimos meses. Por uma razão ou outra isso acontece. Mas se sou capaz de me afastar da minha vida (ou seja, os meus amigos) também sou capaz de lutar com todas as forças pela felicidade. Ela não está longe, eu é que corro demasiado devagar…
«''3

Lá vão uns cinquenta mil dias, talvez menos, uma pessoa aparece na minha vida. Ao inicio não dei valor, mas depois… depois aos poucos tornou-se mesmo especial. Sempre a dizer que me amava, o que era verdade, e eu sempre de pé atrás, pois nunca o amor foi simpático para mim (e continuou a não ser). Mas acabei por ceder. Ambos gostávamos um do outro e então começamos a namorar. Tudo parecia um mar de rosas. Todos os dias estávamos juntos, e não tivemos problemas nenhuns em iniciar uma vida sexual. Tudo era bonito, os primeiros dias de namoro foram para mim dos melhores que já tive. Ate que tudo começa a mudar…
Passou a haver desculpas para não estarmos juntos: a chuva, problemas de saúde, a disponibilidade, os testes, sessões sobre a sida, a presença de familiares em casa, tudo servia para não estarmos juntos; a actividade sexual extingue-se, começam a aparecer discussões estúpidas por tudo e por nada, e começa a relação a desmoronar-se. Torna-se tudo muito frágil.
Ao sétimo dia de um mês qualquer do presente ano, tudo acaba. Porquê? Queria uma resposta mais concreta, mas ao que tudo indica, a pessoa que amo, apesar de o negar, sente atracção por outra. Depois perguntei se não queria lutar para que a relação perdurasse e recebo uma resposta que me deixou com as lágrimas a escorrer pelo meu rosto desolado: “Não, não acredito que funcione.”
Pensei em deitar-me de uma ponte abaixo, mas voltei a pensar, limpei as lágrimas e senti-me com forças para lutar por uma vida nova. Eu, como todos os jovens, sou capaz de ultrapassar tudo, e depois de dar um passo atrás, vou conseguir dar dois para a frente e subir uma escadaria.
Eu sempre tive medo de me apaixonar, mas arrisquei, pensei que fosse diferente, mas o sofrimento voltou a assolar as minhas relações. Pergunto-me porque arrisquei. Não sei responder, mas não me arrependo. E se me perguntarem se eu esqueci, eu respondo que não. Não é fácil de esquecer uma coisa que me marcou muito. Ouvi muitas vezes, de parte dessa pessoa, que nós iríamos ficar juntos para sempre, nunca acreditei. E ainda bem que não, pois agora seria bem mais forte a dor que senti.
Passou a haver desculpas para não estarmos juntos: a chuva, problemas de saúde, a disponibilidade, os testes, sessões sobre a sida, a presença de familiares em casa, tudo servia para não estarmos juntos; a actividade sexual extingue-se, começam a aparecer discussões estúpidas por tudo e por nada, e começa a relação a desmoronar-se. Torna-se tudo muito frágil.
Ao sétimo dia de um mês qualquer do presente ano, tudo acaba. Porquê? Queria uma resposta mais concreta, mas ao que tudo indica, a pessoa que amo, apesar de o negar, sente atracção por outra. Depois perguntei se não queria lutar para que a relação perdurasse e recebo uma resposta que me deixou com as lágrimas a escorrer pelo meu rosto desolado: “Não, não acredito que funcione.”
Pensei em deitar-me de uma ponte abaixo, mas voltei a pensar, limpei as lágrimas e senti-me com forças para lutar por uma vida nova. Eu, como todos os jovens, sou capaz de ultrapassar tudo, e depois de dar um passo atrás, vou conseguir dar dois para a frente e subir uma escadaria.
Eu sempre tive medo de me apaixonar, mas arrisquei, pensei que fosse diferente, mas o sofrimento voltou a assolar as minhas relações. Pergunto-me porque arrisquei. Não sei responder, mas não me arrependo. E se me perguntarem se eu esqueci, eu respondo que não. Não é fácil de esquecer uma coisa que me marcou muito. Ouvi muitas vezes, de parte dessa pessoa, que nós iríamos ficar juntos para sempre, nunca acreditei. E ainda bem que não, pois agora seria bem mais forte a dor que senti.
*A pessoa de quem fala o texto sabe bem quem é. Espero que essa pessoa saiba que eu a amo muito «3
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Homem = Mulher, porque não ?

Ando com a mania da diferença. Não sei porque, talvez seja por eu o ser, mas pela positiva. Ou talvez seja porque começo a fartar-me de tanta distinção numa sociedade do século XXI. Porque razão uma mulher não pode ser igual a um homem? Não são ambos seres humanos? Às vezes parece que não. Por exemplo, um homem bater numa mulher é digno de ser chamado de HOMEM? Duvido. Chamaria, em vez de homem, cobarde. Um cobarde que bate numa mulher ou para se gabar no café diante dos amigos, ou apenas por prazer, só para que todos achem que ele é um grande homem. Há um ditado popular que muitas vezes ouvimos sair da boca de muitos homens, aos quais tenho coragem de chamar NOJENTOS: “Mas quem é que veste as calças aqui?” ou perante outros membros da mesmo comunidade animal: “Mostra-lhe quem é que veste calças em casa.” Claro que já perceberam que falo de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. O tabu para muitas pessoas. Muitas delas, maioritariamente mulheres, por sofrerem desse tipo de violência, e tendo medo das consequências de falar disso preferem não falar. Preferem esconder-se debaixo dos óculos de sol que escondem um olho negro, ou debaixo de uma camisola de gola alta (mesmo no verão) que não deixa ver as nódoas negras. Tudo lhes serve para esconder as violentas investidas dos conjugues. Mas e porque não deixar de se esconder e enfrentar os (as) companheiros (as)? Medo das consequências de uma queixa na polícia. Mas temos que, apesar de todos os acontecimentos não estarem muito a favor, acreditar nos nossos polícias.
Não pensemos que são só as mulheres que sofrem de violência doméstica. Mas, tal como referi no inicio da crónica, ainda há grande distinção. Se uma mulher é agredida pelo marido é uma coitada, uma fraca; mas se por outro lado é o homem que sofre do mesmo problema, já é muito bem empregue a violência e acham que é merecido. Esta opinião é no contexto geral, derivado da generalização por parte da sociedade, que acha que se as mulheres sofrem por causa da violência em casa, o homem, que é o principal agressor também merece sofrer. Assim, o pequeno número (que tende a aumentar) de homens agredidos serve de compensação para a violência com as mulheres.
Mas não é só neste contexto que a mulher é inferiorizada para com o homem. Já muitos protestos de parte da classe trabalhadora feminina vieram chamar a atenção das pessoas que o homem, mesmo tendo o mesmo cargo profissional, tem um salário superior ao da mulher.
E em determinadas tribos em que a mulher nem humana é considerada? Em que a mulher é posse dos homens e sofrem de torturas imagináveis na nossa sociedade. Também são as mulheres as principais vitimas de exploração sexual.
Será que não se lembram que a mulher também é um ser humano?
Não pensemos que são só as mulheres que sofrem de violência doméstica. Mas, tal como referi no inicio da crónica, ainda há grande distinção. Se uma mulher é agredida pelo marido é uma coitada, uma fraca; mas se por outro lado é o homem que sofre do mesmo problema, já é muito bem empregue a violência e acham que é merecido. Esta opinião é no contexto geral, derivado da generalização por parte da sociedade, que acha que se as mulheres sofrem por causa da violência em casa, o homem, que é o principal agressor também merece sofrer. Assim, o pequeno número (que tende a aumentar) de homens agredidos serve de compensação para a violência com as mulheres.
Mas não é só neste contexto que a mulher é inferiorizada para com o homem. Já muitos protestos de parte da classe trabalhadora feminina vieram chamar a atenção das pessoas que o homem, mesmo tendo o mesmo cargo profissional, tem um salário superior ao da mulher.
E em determinadas tribos em que a mulher nem humana é considerada? Em que a mulher é posse dos homens e sofrem de torturas imagináveis na nossa sociedade. Também são as mulheres as principais vitimas de exploração sexual.
Será que não se lembram que a mulher também é um ser humano?
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